Uma Nação em morte lenta...

 ....... 12.Julho.2024

Uma Nação em morte lenta?

O Estado nasce de migrações ou de conflitos militares, com as consequentes fronteiras.

Criando uma Cultura própria, ao fim de algum tempo afirma-se como uma Nação - e como uma Pátria.

Para subsistir como tal, necessita de uma política  demográfica.

Deveria ser considerado como o primeiro Desígnio Nacional.

Que é que está a ser feito para o concretizar?

No plano da natalidade ?

E no de uma imigração selectiva, privilegiando os países com uma Cultura próxima da nossa ?

Cabo Verde, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Brasil...

E fomentando o retorno de emigrantes jovens...

Doutro modo, a Cultura portuguesa fenecerá lentamente.

Governantes, pensai neste assunto - para além  dos vossos programas de dois anos de prazo!

Portuguesas e Portugueses, pensai neste Desígnio.

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Dia do Fuzileiro

 ...... 6.Julho.2024

Dia do Fuzileiro.

 (Com a re-apresentação do relevante livro da autoria conjunta do Oficial da Reserva Naval, Eng.º José Pires de Lima e do Comandante Abel Melo e Sousa, intitulado "A Marinha na Guerra do Ultramar - A Voz das Guarnições").

Regressado a tempo de estar presente no Dia do Fuzileiro, tive o gosto de mais uma vez reencontrar Camaradas que conheci na Escola onde na década de 60 obtive a minha bóina de Fuzileiro Especial e chefiei o Serviço de Educação Física durante algum tempo - antes de ser nomeado para fazer parte da Guarnição da nóvel Fragata "Almirante Pereira da Silva", que iria inaugurar a participação da Marinha na Esquadra da NATO no Atlântico Norte, após o que seria nomeado Comandante da LDG "Montante", em serviço nas águas guineenses, pelo que só viria a prestar serviço como Fuzileiro a quando da ocupação das instalações da DGS/PIDE em Lisboa e Caxias, no quadro da Sublevação militar de Abril de 1974.

Sobre a qual se celebra o 50.º Aniversário.

O Dia do Fuzileiro começou com as tradicionais praxes na pista de lodo, a que se sucedeu (no Museu) a re-apresentação do livro anteriormente citado, na sequência da que já ocorrera na Academia de Marinha algumas semanas antes, numa cerimónia cuja enorme audiência (incluindo Sargentos, Praças, e Pessoal  Civil e "Militarizado") nunca tinha sido alcançada - o que poderia ter permitido uma oportuna e simbólica mensagem a toda a Marinha e com adequado impacto a nível nacional.

Ocorreu algo de semelhante, embora numa escala diferente, e que incluiu muitas pessoas das famílias de centenas de membros do Corpo de Fuzileiros, que não só confraternizaram durante um almoço ao ar livre, como também participaram nas clássicas cerimónias centradas na recordação dos Falecidos ao serviço da Pátria.

E também  no Museu do Fuzileiro, cuja Sala Nobre ficou repleta para se assistir à re-apresentação citada em sub-título,  em que o nosso Camarada da Reserva Naval, Eng.ºJosé Pires de Lima e o Comandante Abel de Melo e Sousa  deram de novo a conhecer a estrutura de um dos mais relevantes contributos para a nossa História.

Um Dia memorável.

Luís Costa Correia.

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