Vamos ao que "interessa": o Futebol !

 ...... 6.Julho.2026

Vamos ao que "interessa": o Futebol !

(E se na Final o golo decisivo for da autoria do jogador em causa, como reagirá a Nação "perdedora" ?)

Dos meios de informação pública:

"Durante a partida dos oitavos de final (fase de 16 avos) contra a Bósnia e Herzegovina, Balogun foi expulso com um cartão vermelho direto pelo árbitro brasileiro Raphael Claus, após uma revisão do VAR devido a uma entrada sobre o tornozelo de Tarik Muharemović. Pelos regulamentos estritos da FIFA, um cartão vermelho direto resulta automaticamente na suspensão para o jogo seguinte (neste caso, o duelo contra a Bélgica).

​A Intervenção de Trump

​Considerando a decisão da arbitragem injusta e a ausência do jogador (que já somava 3 golos no torneio) crítica para as aspirações dos EUA, Donald Trump interveio pessoalmente:

  • Telefonema Direto: Trump realizou uma chamada telefónica para o presidente da FIFA, Gianni Infantino (com quem mantém uma relação próxima), solicitando formalmente que a entidade máxima do futebol revisse a expulsão e o castigo aplicado ao atleta.

​A Decisão Sem Precedentes da FIFA (5 de julho de 2026)

​No domingo, a FIFA anunciou uma medida inédita na era moderna do futebol: recorrendo ao artigo 27.º do seu Código Disciplinar, a federação decidiu aplicar uma pena suspensa com um período de liberdade condicional de um ano.

​Na prática, a FIFA manteve o cartão vermelho mas suspendeu a execução do castigo de um jogo, permitindo que Balogun fosse a jogo contra a Bélgica. É a primeira vez desde o Mundial de 1962 que um jogador expulso num jogo não cumpre a suspensão automática.

​A Reação e a Polémica

​Trump celebrou publicamente a decisão na sua rede social Truth Social, escrevendo:

​"Obrigado à FIFA por fazer o que estava certo e reverter uma grande injustiça!"

​A Federação Belga de Futebol reagiu com "estupefação" e revolta, apontando que a decisão violava diretamente o artigo 66.4 do regulamento, que dita a suspensão imediata e obrigatória após expulsão. A comunidade do futebol mundial criticou duramente o episódio, apontando-o como um caso grave de interferência política e favoritismo que coloca em causa a integridade desportiva do torneio."

---- (E se na Final o golo decisivo for da autoria do jogador em causa, como reagirá a Nação "perdedora" ?)


Há 500 e há 550 anos, algo a comemorar em 2029.

 ...... 28.Junho.2026

Há 500 e há 550 anos, algo a comemorar em 2029.  

Após a sugestão que nestas páginas reproduzi de uma carta que há precisamente um mês (em 28 de Maio de 2026) enviei ao Presidente da República, tenho o maior gosto em transcrever hoje um artigo que Jorge Martins Bettencourt publica sobre o mesmo tema nas suas respeitadas "Vivências". 

À centenária coincidência da publicação numa data marcante (1926) de um período sombrio para Portugal, e que terminaria formalmente na Constituição - 50 anos depois - de 1976, juntam-se daqui a 3 anos os 550 do Tratado de Alcáçovas (1479) e os 500  do de Saragoça (1529) que viria a completar o antemeridiano de Tordesilhas dos finais do Século XV.

Jorge Martins Bettencourt descreve,  com grandes elevação e rigor, o que  para Portugal significaram aquelas datas em que o então Poder Papal deu o seu consentimento a que os Reinos de Portugal e de Espanha demarcassem formalmente o Globo em duas partes para as suas expansões - algo que mais nenhuma Potência ousou fazer.

Excelente texto, cuja leitura vivamente recomendo. Em particular, ao próprio Presidente da República. (E também ao Governo, bem como à Assembleia da República).

Creio ter alguma autoridade moral para o sugerir.

Eis, assim, os  citados textos:

- In "Vivências", de  Jorge Martins Bettencourt:

https://aminhavivencia.blogspot.com/2026/06/quando-portugal-e-castela-riscaram-o.html?m=1

- Carta de 28 de Maio de 1926, de Luís Costa Correia:

https://costacorreia.blogspot.com/2026/05/pensemos-em-comemorar-o-tratado-de.html?m=1

Luís Costa Correia

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