...... 28.Junho.2026
Há 500 e há 550 anos, algo a comemorar em 2029.
Após a sugestão que nestas páginas reproduzi de uma carta que há precisamente um mês (em 28 de Maio de 2026) enviei ao Presidente da República, tenho o maior gosto em transcrever hoje um artigo que Jorge Martins Bettencourt publica sobre o mesmo tema nas suas respeitadas "Vivências".
À centenária coincidência da publicação numa data marcante (1926) de um período sombrio para Portugal, e que terminaria formalmente na Constituição - 50 anos depois - de 1976, juntam-se daqui a 3 anos os 550 do Tratado de Alcáçovas (1479) e os 500 do de Saragoça (1529) que viria a completar o antemeridiano de Tordesilhas dos finais do Século XV.
Jorge Martins Bettencourt descreve, com grandes elevação e rigor, o que para Portugal significaram aquelas datas em que o então Poder Papal deu o seu consentimento a que os Reinos de Portugal e de Espanha demarcassem formalmente o Globo em duas partes para as suas expansões - algo que mais nenhuma Potência ousou fazer.
Excelente texto, cuja leitura vivamente recomendo. Em particular, ao próprio Presidente da República. (E também ao Governo, bem como à Assembleia da República).
Creio ter alguma autoridade moral para o sugerir.
Eis, assim, os citados textos:
- In "Vivências", de Jorge Martins Bettencourt:
https://aminhavivencia.blogspot.com/2026/06/quando-portugal-e-castela-riscaram-o.html?m=1
- Carta de 28 de Maio de 1926, de Luís Costa Correia:
https://costacorreia.blogspot.com/2026/05/pensemos-em-comemorar-o-tratado-de.html?m=1
Luís Costa Correia
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